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sábado, 12 de setembro de 2009

DEBATE MELODIA

DEBATE MELODIA
DIA 13/11/2009 (EU ESTAREI LÁ)
DAS ONZE AO MEIO-DIA
OUÇA NO http://www.melodiaconquista.com.br/ OU MELODIA 87,9 FM
Participe pelo Telefone (77) 3201-8071
EM VITÓRIA DA CONQUISTA-BA
TEMA:
É CORRETO UM PREGADOR REGISTRAR OS SEUS PRÓPRIOS ESBOÇOS?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Nepotismo, quem escolhem os líderes? Eu ou Deus?

Nepotismo, quem escolhem os líderes? Eu ou Deus?
O Wikipédia, a enciclopédia livre, define Nepotismo como.:
Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.
Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.
Nepotismo ocorre assim, quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção. Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar. Parentes próximos possuem genes compartilhados e protege-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio individuo tenha uma oportunidade a mais de sobreviver. Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte. Em 1809, 3 de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.No contexto Evangélico, essa é a prática de favorecer os parentes, principalmente filhos, netos, genros, noras, esposas etc, a cargos ministeriais na igreja, como se isso fosse a coisa mais normal do mundo, ah!... No mundo isso é normal, mas, na igreja? É uma vergonha, mas, também tem... Um exemplo clássico, são as Assembléias de Deus, igreja em que sou membro por mais de 16 anos, juntamente com minha esposa e filhos.Temos presenciado inúmeros casos de Pastores que vão ás convenções de seus respectivos ministérios com seus filhos e parentes, muitos desses, desviados e de uma conduta duvidosa, logo são “consagrados” ao oficio sacerdotal, e isso, para que a Igreja estejam sempre sob a direção familiar, como se os outros membros da igreja, fossem pessoas incapazes de “dirigir” a Igreja.Ser cristão é privilégio e conquista e não uma questão de nepotismoEm 29 de junho de 2007, o papa Bento 16 assinou um documento que aponta a Igreja Católica como a única capaz de reunir todos os requisitos da comunidade fundada originalmente por Cristo e seus apóstolos. Logo que a notícia correu o mundo, recebi vários pedidos para que escrevesse sobre o assunto. Não escrevi porque, se o fizesse, teria de aconselhar os evangélicos a não ficarem tão enfurecidos. Bento 16 não disse nada que os próprios crentes não acreditam ou não tenham falado. Quantos líderes igualmente se consideram como a autêntica expressão do cristianismo! Se não simpatizei com a declaração do papa também não concordo com o ufanismo profundamente entranhado entre muitos evangélicos. Eles se enxergam como os mais puros e mais autênticos defensores da verdade, enquanto fazem vista grossa para os grupos neo-pentecostais que achincalham os valores mais elementares da ética. Acho esquisito que se critique as igrejas adeptas da teologia da prosperidade, mas se faça uso de seu crescimento para cevar as estatísticas sobre a presença evangélica no país. Por que gabar-se do crescimento desses grupos? E o que fazer com seus escândalos horrorosos? Os abalos provocados pelos neo-pentecostais parecem insuficientes para que as igrejas históricas se mobilizem por uma grande vigília ética, infelizmente. Eles se esforçam em mostrar que preservam a reta doutrina, mas, ao mesmo tempo, se mantêm omissos na defesa das crianças pobres, dos índios, das mulheres negras e dos idosos. Por que tanto zelo em proteger a ortodoxia enquanto deixam um imenso desprezo pela vida? Entre os crentes, sobra ortodoxia e falta ortopraxia. O movimento carece de mobilizações pela defesa do meio ambiente; de quem escreva contra os efeitos terríveis da globalização; de mais passeatas em protesto contra a pedofilia e o trabalho escravo. Restam poucos profetas. Precisa-se de mulheres e de homens que se recusem a vaticinar paz, paz, no meio de tanto sofrimento e morte. Triste ver a esperança propositalmente vendida como ilusão, a fé confundida com a manipulação do sagrado, assistir às multidões procurando um alívio mágico para suas angústias existenciais nas igrejas e serem pilhadas em seus magros salários. Enquanto os membros esperam um milagre, os pastores faturam para deslancharem seus projetos megalomaníacos. É preciso questionar as intenções e os objetivos subjacentes desses sermões pretensamente evangélicos. Aumentar o número dos convertidos? Convertidos de quê a quê? Quanta jactância dos crentes continuarem a aferir a aprovação de Deus pelas estatísticas de seu crescimento. Infelizmente alguns líderes confundem inchaço com verdadeiro crescimento e com avivamento. Com João Wesley, aconteceu um genuíno avivamento e ocorreram mudanças na Inglaterra. Nos avivamentos de Jonathan Edwards e Charles Finney, ambos abolicionistas, leis mais justas foram promulgadas nos Estados Unidos. No Brasil, mesmo com a presença da igreja em áreas pobres, dificilmente acontecem câmbios sociais. Triste observar como algumas lideranças se deixam picar pela mosca azul. A cada eleição, oligarcas espertíssimos procuram os pastores em busca de alianças. Estes, por sua vez, manipulam seus rebanhos, alegando que a igreja precisa de alguém que “faça a diferença”. Os candidatos dos evangélicos são eleitos, mas acabam rebaixados à categoria de “nanicos”. E só se ouve falar neles novamente na eleição seguinte ou quando pipocar algum escândalo. Triste observar como os crentes nutrem uma visão idealizada de si mesmos. Acho estranho que se divulguem libertações com testemunhos fantásticos enquanto uma grande maioria é obrigada a viver com sua realidade inalterada. Toda semana recebo mensagens de pessoas feridas e decepcionadas; perdidas por não saberem relacionar os sermões com suas contingências concretas. Por isso, aumenta tanto a população dos “ex-evangélicos” e dos “sem-igreja”. Triste observar como os cambistas voltaram. Os evangélicos oram pouco e negociam muito. Infelizmente, mais igrejas buscam requintar seu buffet de serviços religiosos e mais pastores tentam ser palestrantes motivacionais bem-sucedidos. Triste observar como os ambientes evangélicos se ensimesmam. Desconectados da vida, líderes insistem em responder a perguntas que ninguém faz; e há um despreparo para dialogar sobre os novos questionamentos. Poucos evangélicos escrevem para o mundo secular; faltam pesquisadores com respeitabilidade acadêmica. Acho insuportável o clima beligerante de algumas igrejas em relação ao mundo, aos poetas, às artes, aos esportes e ao diálogo inter-religioso. A intolerância recrudesce e novos preconceitos confirmam que os evangélicos permanecem proselitistas. Antes de sentirem raiva do papa, os evangélicos deveriam se perguntar o que estão fazendo para honrar o nome de cristãos.

terça-feira, 24 de março de 2009

Diáconos são Ministros?

Definição Grega para “DIÁCONOS”

Há quatro palavras gregas nas Escrituras que nos ajudarão a compreender o cargo do diácono. Elas são: diakoneo, diakonia, diakonos, e diako. Vamos estudá-las separadamente.

1. Diakoneo - Esta palavra significa servir, atender ou ministrar. No Novo Testamento, ela é usada com relação a servir alguém numa mesa (Lc 22:24 27). Também refere se a servir as pessoas de qualquer forma (Mt 4:11; 27:55; At 19:22; 2 Co 8:19). Em geral, ela retrata a ajuda e apoio aos outros (Lc 8:3; Rm 15:25).

2. Diakonia - Esta palavra significa serviço, ministério, e assistência ou socorro. No Novo Testamento, ela é usada com relação a todas as formas de serviço (Hb 1:14; Ef 4:12). Por exemplo, ela pode se referir à preparação de uma refeição (Lc 10:40). Ela é usada com relação ao socorro e à ajuda aos pobres— aos que estão com necessidades (At 11:29; Rm 15:31). Refere se também diretamente ao ministério cristão (Rm 12:7).

3. Diakonos - Esta palavra refere se a um servo, garçom, ministro, ou diácono. No Novo Testamento, ela é usada com relação ao servo de alguém (Mt 20:26; 23:11; Jo 12:26). Refere se também a alguém que ajuda, consola, e encoraja (1 Ts 3:2). É usada de uma forma especial aos encarregados da igreja (Fp 1:1; 1 Tm 3:8).

É interessante observarmos que esta palavra é usada com relação a diferentes líderes da igreja -inclusive os apóstolos (2 Co 3:ó; Ef 3:7; Cl 1:23).

4. Diako - Esta palavra se refere a um “moço de recados”. Esta palavra não se encontra no Novo Testamento, mas é a raiz de onde surgem as outras três palavras. Uma vez mais, é usada com relação a alguém que serve aos outros.

Pelo uso destas palavras nas Escrituras, observamos que estão intimamente relacionadas. Todas elas retratam o serviço ou ministério aos outros.

O Ministério dos Diáconos

Os diáconos são muito importantes. Uma igreja não funciona sem eles. Aliás, o normal de cada igreja é que seja composta de “bispos e diáconos” (Fp 1:1). Como é instrutivo ver estes irmãos servindo a todo tempo! Eles servem quando a igreja está reunida ou no dia a dia; seja em serviços matérias ou em serviços espirituais; eles servem entre os crentes e entre os descrentes. Os diáconos ajudam no serviço cotidiano de auxílio aos irmãos, e não deixam de ministrar a Palavra de Deus. Eles ajudam nas orações pelos perdidos e aproveitam oportunidades para pregar-lhes o Evangelho. Como são importantes, necessários e indispensáveis! Devemos ser gratos a Deus por Ele ter colocado os diáconos em cada igreja.

Os diáconos, porém, nem sempre servem como deveriam. Infelizmente, por falta de entendimento sobre o seu ministério alguns deixam de servir, achando que os serviços devem ser feitos somente por pessoas formalmente ordenadas para isso. Há irmãos que sentem ardente desejo de servir mais intensamente ao Senhor, mas não se julgam qualificados por nunca ter sido formalmente constituídos para este ou aquele serviço.

Neste estudo, vamos considerar juntos alguns aspectos importantes sobre os diáconos, tendo em vista incentivar o maior envolvimento de irmãos neste ministério precioso – que é servir.

Mas, o que é um diácono?

O que é um diácono

Diácono é alguém que usa seus dons espirituais para fazer os serviços que Deus designou para que ele faça, na vida diária da igreja ou nas reuniões; no ministério da Palavra ou na pregação do Evangelho; em serviços materiais ou em serviços espirituais.

A palavra “diácono” foi transliterada da palavra grega diakonos, que ocorre 31 vezes no NT. Na maioria das ocorrências é traduzida por servo (veja Mt 22:13, 23:11; Jo 12:26, etc.) e ministro (Rm 13:4, 15:8; I Co 3:5, etc). Apenas três vezes foi traduzida diácono (veja Fp 1:1; I Tm 3:8, 12). Em I Tm 3:13 a palavra traduzida “diácono”, em algumas versões, não é a mesma palavra diakonos, e sim, diakoneo.

Diakonos é uma palavra usada no NT para diferentes grupos de pessoas relacionadas ao seu serviço.

Esta palavra tem o sentido de um criado, alguém que presta serviços. Veja alguns exemplos:

a) Servo. Entre os seus irmãos, o maior é, na verdade, um diakonos (servo) dos demais (Mt 23:11). Um seguidor do Senhor é chamado de Seu diakonos (servo) que estará onde estiver o seu Mestre (Jo 12:26).

b) Ministro. O governo civil é chamado de diakonos (ministro) de Deus (Rm 13:4). Cristo é chamado de diakonos (ministro) em relação ao Seu povo (Rm 15:8; Gl 2:17).

Mas nem todas as palavras traduzidas “servo” no NT vêm da palavra diakonos, e a distinção é importante. W. E. Vine faz um comentário interessante sobre a diferença de duas das palavras traduzidas “servo” no NT: “O termo diakonos deve, falando de modo geral, ser distinguido do termo doulos, ‘servo, escravo’; o termo diakonos encara o servo em relação ao seu trabalho; o termo doulos o vê em relação ao seu mestre. Veja, por exemplo, Mt 22:2-14; aqueles que chamam os convidados e os trazem (Mt 22:3, 4, 8, 10) são os douloi; aqueles que executam a sentença do rei (Mt 22:13) são os diakonos” (Dicionário Vine, pág. 568).
Portanto, um diácono é visto no seu serviço, é aquele que está trabalhando, exercendo alguma atividade. Quem serve ou ministra é um diácono.

Diácono é, por definição, um servo, um ministro que serve.

O que não é um diácono

Vimos o que um diácono é – um servo, um ministro, em relação ao seu serviço – agora precisamos ver o que ele não é.

a) Posição eclesiástica. A palavra “diácono” tornou-se um termo técnico para designar posição eclesiástica. Ou seja, um diácono, neste caso, é alguém que foi formalmente ordenado a uma posição para realizar alguns serviços. Sem esta ordenação ele não pode ser reconhecido. O texto de Atos capítulo 6 é um dos mais usados neste sentido. Porém, analisando este capítulo com cuidado, percebemos que não há apoio aqui para tais ordenações eclesiásticas.
Às vezes ouvimos ensinos, sobre Atos 6, de que sete irmãos foram eleitos para serem “diáconos” na igreja em Jerusalém. Entretanto, das ocorrências de diákonos no NT, não é usada nenhuma vez em Atos capítulo 6. Estes irmãos não foram chamados, aqui, de diáconos. Neste capítulo, o serviço que eles fariam (de sustento às viúvas – vs. 1-3) e o que os apóstolos continuariam fazendo (de orar e ministrar a Palavra – v. 4) é que são considerados. Aqui não é o servo que está em vista; é o seu serviço.
É conveniente lembrar que os títulos colocados em cima de capítulos nas Bíblias não foram inspirados. Às vezes estes títulos ajudam a definir o assunto que aquele capítulo está tratando, mas podem atrapalhar também. Este é o caso aqui em Atos capítulo 6. Algumas versões colocam como título deste capítulo “Instituição dos diáconos”, o que por si só confunde o leitor. Os sete irmãos separados aqui para ocuparem-se no socorro material às viúvas não foram ordenados, num sentido formal, a diáconos. Eles foram apenas separados para prestar mais um serviço à igreja.
Diaconato não é uma posição eclesiástica. Estas ordenações não têm apoio bíblico, e seu uso pelas igrejas apenas inibem aqueles que querem e devem servir. A maneira de se conhecer um diácono não é por ordenação eclesiástica. Conhece-se um diácono pelo que ele já está fazendo. Um servo não é reconhecido para fazer um serviço; um servo é reconhecido por já estar fazendo um serviço. Não é pelo que ele irá fazer, é pelo que ele já vem fazendo.

b) Serviços materiais. Outra idéia que se têm dos diáconos é que eles servem apenas em serviços materiais, tais como administrar a parte financeira da igreja, cuidar das construções, etc. É possível que, mais uma vez, esta idéia esteja baseada numa interpretação de Atos capítulo 6. Porém, este mesmo capítulo, por si só, refuta esta idéia. Três comentaristas da série de Comentários Ritchie nos ajudam com suas explicações. Veja o que eles dizem:
James Anderson: “Não há base para pensar que o serviço do diácono seja sempre de natureza administrativa, como indicada neste capítulo. Uma pesquisa mais exata do uso da palavra no NT todo indica que ela abrange muitas formas de serviços, tanto material quanto espiritual …” (Comentário Ritchie, vol. 5, pág. 108).
Sydney Maxwell: Ele diz que a palavra diácono “é traduzida 'servo' e 'ministro', e indica, simplesmente, uma pessoa que presta serviços entre os santos, quer seja em coisas seculares, ou espirituais. O aspecto secular pode ser visto em At 6:1, 2, 3; Rm 16:1; II Co 8:4; 9:1. O serviço espiritual é indicado em At 6:4; II Co 5:18; Ef 4:12; II Tm 4:5. Não se deve pensar que o serviço do diácono, ou servo, é somente na esfera secular, e que é inferior ao serviço do bispo, como na cristandade” (Comentário Ritchie, vol. 9, págs. 239, 240).
James Allen: “Os dois aspectos do trabalho do diácono que se tornam claros no NT, com relação ao serviço da igreja, podem ser encontrados em Atos cap. 6, onde, mesmo que a palavra não seja usada, as palavras cognatas são instrutivas. Em atos 6:1, temos o substantivo: ‘suas viúvas eram desprezadas no ministério (diaconia) cotidiano’. No v. 2, temos o verbo: ‘não é razoável que deixemos a palavra de Deus e sirvamos (diakoneim) às mesas.’ Estes dois versículos ligam o diaconato com o serviço material; mas, no v. 4, temos a afirmação apostólica: ‘mas nós perseveraremos na oração e no ministério (diakonia) da palavra’. Isto indica que diaconato tem outro aspecto, um lado espiritual, ilustrado no trabalho apostólico” (Comentário Ritchie, vol. 12, págs. 96, 97).
Um diácono no NT não é alguém que foi formalmente ordenado à uma posição de destaque na igreja. Também não é alguém que está ocupado somente com serviços materiais. No NT um diácono é um servo, em relação ao seu serviço, e seu ministério abrange dois aspectos: material e espiritual. A mesma palavra é usada para designar ambas as esferas. Quando Paulo e Barnabé estiveram envolvidos num serviço material (o de levar uma oferta para os crentes da Judéia), o serviço deles é chamado de diakonia (traduzido “serviço” em At 12:25). Quando Paulo falou da carreira que havia recebido do Senhor “para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus”, ele a descreve como diakonia (traduzido “ministério” em At 20:24). Há outros exemplos semelhantes no NT, mas estes são suficientes para mostrar que um diácono é um servo e seu serviço está relacionado a coisas materiais e espirituais.

Sobre mulheres diaconisas
Além das situações mencionadas acima, outra que ganhou grande campo de um tempo para cá é a questão de mulheres diaconisas. Por causa da ordenação eclesiástica, muitas igrejas adotaram o sistema de ordenação de diaconisas. Em momento algum duvido da sinceridade destas igrejas e da competência das irmãs de realizar serviços para Deus. Muito pelo contrário, as igrejas precisam, e muito, das atividades das irmãs para funcionar adequadamente. Isto, porém, não significa fazer as mesmas coisas que os homens. Significa servir dentro da esfera de trabalho que Deus as colocou.

Uma análise de todas as ocorrências da palavra diakonos no NT, mostra uma verdade impressionante sobre a questão de mulheres serem ou não diaconisas. Das 31 ocorrências desta palavra, apenas uma vez é usada em relação a mulheres; na verdade, mais especificamente de uma mulher. Em Rm 16:1 Febe é chamada de “nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencréia”. A palavra traduzida “serve” é diakonos. Esta é a única vez que essa palavra é usada neste sentido. Baseados nisto podemos dizer que uma irmã é uma “diaconisa”; ela é uma serva de Deus.

O que é uma diaconisa

Tendo dito isto preciso, agora, explicar a esfera de serviço das irmãs. Se Febe é a única mulher chamada assim no NT, então fica claro que devemos considerar o seu serviço, para saber o que compete a uma diaconisa.

a) Uma serva. Como vimos acima, a palavra diakonos quer dizer apenas isto, um servo, um ministro, alguém que está servindo. Rm 16:1, 2 diz apenas isto sobre Febe. Ela é uma irmã que “está servindo à igreja” (ARA). Usar este texto para afirmar que se deve ordenar formalmente uma irmã como diaconisa é ir além do que está escrito. Nem a palavra diakonos, nem o que é dito sobre Febe permitem se dizer que ela era uma “diaconisa formalmente ordenada”, como na cristandade.
b) Seu serviço. Além de Rm 16:1, 2 não há mais nenhum registro sobre Febe. O serviço que ela prestava se resume em poucas, porém honrosas palavras: “serve na igreja que está em Cencréia … tem sido protetora de muitos, inclusive de mim” (ARA).
Parece que Febe tinha alguma influência na sociedade e, aproveitando-se disso, usava os seus recursos para proteger (quem sabe hospedando) os irmãos. É possível que na vida diária da igreja esta irmã aproveitava-se do seu tempo e de seus recursos no suprimento das necessidades dos santos. Febe era alguém altruísta, cujo objetivo único girava em torno de trazer benefícios aos seus irmãos. Este é, sem dúvidas, um verdadeiro exemplo de diaconisa. Ela era uma diaconisa (serva) na prática, não em posição eclesiástica.
Este exemplo de Febe também nos mostra que a esfera de serviço das irmãs não é necessariamente nas reuniões da igreja. Uma diaconisa não é alguém que, na reunião, se levanta tomando parte no ministério da Palavra, por exemplo. Nas reuniões, as irmãs devem permanecer em silêncio e usando o véu (I Co 11:3-16; 14:34, 35; I Tm 2:11-15).
Por outro lado, nos mostra que no dia a dia da igreja uma irmã tem muito serviço em que se envolver. Talvez há algum irmão ou irmã que carece de hospedagem, e ninguém melhor para preparar o ambiente do que uma irmã ordeira (At 16:15). Talvez há um outro que carece de vestuário e não tem condições de comprar, e uma irmã pode servir nisto, até mesmo costurando algumas peças para o carente (At 9:36, 39). Talvez há na igreja alguma jovem irmã que casou-se recentemente e precisa de orientação sobre os cuidados consigo mesma, com o esposo, com os filhos e com o lar, e uma irmã experiente pode visitá-la na sua casa e dar conselhos nestas áreas (Tt 2:3-5). Há ainda outros exemplos, mas estes mostram o quanto há para ser feito pelas irmãs no dia a dia da igreja.
O que seria da igreja, no seu dia a dia, sem a ajuda tão preciosa das queridas irmã? Elas são indispensáveis! Há muita coisa que os irmãos, homens, até gostariam de fazer, mas as irmãs trabalham com mais eficiência. Quantos famintos foram saciados, nus foram vestidos, desabrigados foram acolhidos, inexperientes foram orientados por irmãs que, como Febe, estão servindo à igreja!
Que Deus nos dê mais servas assim!

O que não é uma diaconisa

Precisamos ainda definir o que uma diaconisa não é. Já vimos que ela é simplesmente uma serva que presta serviços à igreja. Mas é importante que fique claro o que ela não é.

a) Uma posição eclesiástica. Já falamos sobre isso quando consideramos os diáconos em geral, mas é necessário dizer novamente. Uma diaconisa não é uma irmã que foi ordenada a uma posição eclesiástica. O comentário Ritchie diz o seguinte sobre Febe e seu serviço: “Esta irmã é descrita como uma serva (diakonos) da igreja. Este é o único lugar no NT onde esta palavra é usada de uma mulher. Não há nada específico na palavra para apoiar a prática, em círculos eclesiásticos, de criar o ofício de diaconisa” (Comentário Ritchie, vol. 6, pág. 427).

O padrão exigido dos diáconos

Uma igreja que funciona normalmente é composta de bispos e diáconos (Fp 1:1). Dos bispos (presbíteros) requer-se uma vida irrepreensível e exemplar, para que tenham autoridade no que fazem (veja I Tm 3:1-7; Tt 1:5-9). O padrão é alto, porém necessário!

Os diáconos, por sua vez, são irmãos que servem. Não são todos os homens numa igreja que são presbíteros, mas todos os membros de uma igreja devem servir como diáconos. Entretanto, o fato de os servos (diáconos) não serem presbíteros não lhes isenta de um alto padrão exigido por Deus. À semelhança dos presbíteros, é necessário que a vida dos que servem na igreja (em qualquer serviço) seja caracterizada por um padrão alto.

Em I Tm 3:8, quando começa a seção que apresenta o padrão de comportamento dos que servem na igreja (a seção vai do v. 8 ao 13), lemos o seguinte: “da mesma sorte os diáconos sejam …”. Esta expressão indica um paralelo, um mesmo padrão exigido. Assim como se espera dos presbíteros (vs. 1-7) que mostrem um alto padrão de comportamento, “da mesma sorte os diáconos”. A seguir, são apresentadas as qualificações dos que servem. Servir a igreja com seus dons espirituais é um privilégio, mas não deixa de ser uma responsabilidade. Não são somente os presbíteros que precisam ser vigilantes quanto a sua própria vida; os que servem a igreja, em qualquer serviço, têm este mesmo dever.

Nas palavras de James Anderson, “a igreja deve requerer um padrão muito alto daqueles que vão servir, mesmo para serviço que não seja de natureza espiritual … Talvez algum irmão tenha experiência de coisas bancárias, mas este fato em si não justifica a sua escolha como tesoureiro! Talvez outro irmão seja professor de escola secular, mas este fato não o constitui ensinador na igreja local! Talvez outro irmão seja competente administrador secular, porém este fato não o faz um ancião na igreja!” (Comentário Ritchie, vol. 5, pág. 108). As qualificações para ser um servo não são qualidades naturais ou profissionais. Se um irmão é bem sucedido e respeitado na sua profissão, mas vive uma vida que traz vergonha ao Evangelho, ele não deve servir. Mais uma vez afirmo que o padrão é alto, porém necessário!

Entretanto, o alto padrão exigido não deve ser motivo de desanimo. Não devemos pensar que nunca chegaremos a cumprir as exigências para servir e, portanto, não podemos ser diáconos. Muito pelo contrário, devemos lembrar que Deus sempre pede o que temos condições de fazer. Mesmo que seja difícil, árduo e custe um preço, temos condições de obedecer. Além disso, devemos lembrar que os demais estão nos observando. Principalmente os descrentes têm um interesse vivo no comportamento dos crentes.
O padrão exigido por Deus para os servos é um meio de adquirir a confiança dos fiéis e serve como um argumento silencioso contra as palavras maliciosas dos infiéis (I Tm 3:13; Tt 1:9).
Este padrão dará condições ao servo para ser o exemplo dos fiéis “na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (I Tm 4:12).

Conclusão
Mais uma vez afirmo que devemos dar graças a Deus pelos diáconos! O que vimos sobre eles, apesar de resumido, nos dá uma idéia da sua importância nos serviços da igreja.

Um diácono é um servo. Ele não tem uma posição eclesiástica, nem mesmo serve apenas em coisas materiais. Não, um diácono é alguém que Deus mesmo capacitou com dons espirituais para que sirva a igreja dentro da sua esfera de trabalho. Às vezes ele se ocupa no dia a dia da igreja, servindo aos irmãos, visitando-os e auxiliando-os nas suas necessidades. Às vezes ele se ocupa nas reuniões da igreja, no ministério da Palavra e na pregação do Evangelho. Como são úteis e indispensáveis!
Cada cristão deve ser um diácono. Cada diácono deve servir. Todo cristão recebeu dons espirituais e deve usá-los no serviço do Senhor. Se você foi salvo, não espere ser convidado a servir, comece agora mesmo.

A igreja precisa do seu serviço para que continue crescendo e agradando ao Senhor em tudo. Há serviços que Deus quer que você faça. Você tem um serviço a prestar, “cumpre o teu ministério” – diakonia (II Tm 4:5).

Que Deus nos dê mais diakonos dispostos a servir, pois cada igreja precisa deles para funcionar.
“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus” (At 20:24).
Lembrando que tudo que aqui foi exposto é tirado de seu contexto histórico-gramatical, conforme nos ensina a Hermenêutica Sacra.
Ainda salientamos que, não sou contra a atuação das mulheres no ministério diaconal, só não concordo taxarem os diáconos como seres inferiores ao ministério de "MINISTROS DO EVANGELHO" e ainda por cima, depois de mais de cem anos de existência das Assembléias de Deus no Brasil (Igreja que sou Presbítero) achar em 1º Tm 3:11 hoje, e somente hoje, encontrar permissão Escrituristica para se "CONSAGRAR DIACONISAS".
Que pena das SANTAS MULHERES DE DEUS no passado, que foram impedidas de exercerem fielmente seus MINISTÉRIOS

Pb. Carlos Antonio Santos de Novais

quarta-feira, 18 de março de 2009

A ÚLTIMA PASCOA E A PRIMEIRA SANTA CEIA


Mt 26:17-30; Mc 14:12-26; Lc 22:7-23 e 1ª Co 11:23-29
09/03/2009

Em Atos 2:46 fala sobre “o partir do pão” que servia á um duplo objetivo: era vínculo de comunhão (1ªCo 10:16) e meio de sustento para os mais necessitados. Em seu seio, o sustento dos menos favorecidos era feito mediante as ofertas dos mais “privilegiados”, de sorte que “todos tinham tudo em comum” (At. 2:44). Mas o “partir do pão” era muito mais que isso, era um memorial e uma continuação da última Ceia do Senhor Jesus com os seus discípulos, antes de sua crucificação (1ª Co 11:23).
Paulo, atribuíra grande valor á Ceia do Senhor, que era para ele “COMUNHÃO” do Corpo e do Sangue de Cristo, mediante o qual “anunciais a morte do Senhor, até que Ele (Cristo) venha.
Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos (João 6:53),

A Ceia do Senhor, torna-se aqui, um sacramento místico necessário á união com o Cristo Ressurreto, que produz uma imortabilidade bem-aventurada. Inácio de Antioquia, condenado por ser cristão, nos últimos anos do reinado de Trajano (110-117), foi mandado como prisioneiro para Roma, para ser lançado ás feras, escreveu várias cartas breves, além de uma mensagem pessoal á Policarpo, Bispo de Esmirna. Inácio asseverava que a união com Cristo é necessário á vida: “fora do qual não podemos ter a vida verdadeira”, vida, não significa para esse escritor, simples existência... “os pontos de vista que apresenta são de índole Paulina, embora desenvolvidos no sentido de um misticismo muito mais intenso, cujo ponto focal é a idéia da vida e da união com Cristo, os ofícios eram celebrados no domingo e, provavelmente, também em outros dias, eram de dois tipos, desde os tempos dos apóstolos: reuniões para a leitura das Escrituras, pregação, hinos e orações; e uma refeição comunitária á noite, associada á Ceia do Senhor. Ao tempo que Justino Mártir escreveu sua apologia em Roma (153), a refeição tinha desaparecido e a Ceia tinha sido unida à reunião de pregação, na forma de sacramento final.

A Ceia era a ocasião em que se faziam ofertas para os necessitados, segundo Justino, o Mártir (153), que também declarou que a Ceia do Senhor já havia sido separado da refeição comunitária.
O ambiente onde a última Páscoa e a primeira Santa Ceia foram realizados era especial, “... um espaçoso cenáculo mobiliado e pronto...” (Mc 14.15). O termo grego para “cenáculo”, anagaion, diz que era “uma sala no andar superior” da casa, onde costumeiramente se realizavam as refeições. O cenáculo era coberto de tapetes e talvez mobiliado com divãs --- uma espécie de sofá sem encosto, feito de tapetes, conforme expressa a palavra “mobiliado”, no grego estroménon.
A celebração da ceia para os seus discípulos naquele cenáculo era completamente diferente das ceias anteriores, pois seu Mestre seria o próprio elemento a ser celebrado, representados na ocasião pelo pão e o pelo vinho, “... isto é o meu corpo, que é dado por vós...” ( 1º Co 11.24). Os elementos tipificavam sua vida e morte em favor dos homens. A essência da Santa Ceia é a comunhão. Comum-união entre os discípulos, “... somente um corpo e um só Espírito... um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4.4-6).
Ceia é isto, é compartilharmos a mesma esperança de renovo, “...até que Ele (Cristo) venha” (1º Co 11.26).

A Exegese do versículo 17

“Nisto, porém, que eu vou dizer” (vos declaro) 1º Co 11:17 - grego: paraggello = parangello = anunciar, proclamar, transmitir uma ordem, ordenar, prescrever, convidar, pretender um cargo, advertir, transmitir uma mensagem de uma pessoa para outra, declarar (usado especialmente para as ordens do comandante militar, que é passado aos subordinados por meio da cadeia de comando), é o que fala de um encargo autorizado. A situação é séria, e Paulo não está simplesmente oferecendo uns poucos comentários acadêmicos. Ordena que se corrija a prática. Ao introduzir a seção anterior, ele pudera elogiar os Coríntios pela maneira como eles guardavam as tradições. Quando passa a tratar do assunto da comunhão, vê que não pode louvá-los.
Expressa a máxima condenação de todas as vezes que se reúnem para o culto, em vez de a comunhão ser um ato edificante, estava tendo um efeito dilacerante, causava danação.

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão...” (verso 23). O acréscimo "do Senhor" implica que a refeição era ordinária, mas que recebe seu caráter de ser do Senhor. O que Paulo pregou tinha sua origem com o Senhor Jesus Cristo e por revelação direta concernente a Ceia do Senhor - comp. Gl.1.12 - "Na noite em que foi traído", o tempo imperfeito implica que sua traição ainda estava acontecendo - grego: Paradidwmi = paradidomi = entregar, transmitir por sucessão, dar de mão em mão, legar à posteridade, entregar (por traição), atraiçoar, confiar, abandonar, permitir.

O propósito -- “Fazei isto em memória de mim...” Lc 19.22. A Ceia do Senhor é a nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual nos oferece a esperança da vida eterna.

Os símbolos - Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue, isto é, pão sem fermento (fermento para alguns teólogos, é símbolo de falsas doutrinas e de pecado Mt. 16:11-12;), para representar o seu corpo e o fruto da videira (suco de uva) para representar o seu sangue que estava para ser derramado na cruz do calvário Mt. 26:28. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana (domingo) para participarem da ceia (Atos 20.7), e esta Ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1º Co 10:14-22). A ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e é também um ato de comunhão entre os cristãos, a ceia é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice á todos, mas somente aos seus discípulos conforme Mt. 26:28.1º (derramado por muitos, não todos, pois nem todos aceitam o sacrifício de Jesus) João conta-nos que somos, ou estamos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos na luz do seu caminho 1º João 1:5-7

O que significa participar “indignamente” 1º Co 11:27

A palavra “indignamente” é frequentemente mal entendida, ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo), esta palavra descreve o modo de como participamos desse ato de comunhão, sobre este assunto, o apóstolo Paulo não nos dá em 1º coríntios 11:27 nenhuma definição “direta” do que vem a ser comer indignamente... Analisando o contexto, ele queria dizer que a decência comum deveria ser observada, ou seja, não pode haver entre os cristãos, qualquer desordem de glutonaria, de embriaguez, egoísmo, de degradação a outros, de contendas etc.

Aqui , não é o adjetivo indignos de que fala o texto, mas, sim do advérbio indignamente.

A ceia é um rito memorial, ele anuncia a morte vicária de Cristo, que nos livra da escravidão do pecado, a ceia contém ainda o elemento esperança... Pois aponta para a volta de Cristo (ver-se aqui uma mensagem escatológica), de maneira que a participação indigna se torna uma irreverência para com o sacrifício de Cristo, levando o infrator a sofrer as penas de seu descuidado espiritual, 1º Co 11:27-30.

Há uma recomendação impressionante a respeito da participação na ceia do Senhor: “Por isso, aquele que comer o pão e beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor” 1º Co 11:27. Notai mais uma vez que o texto não diz indignos (pois todos nós somos indignos da comunhão da cruz, mas sucedeu que a nossa indignidade foi curada mediante a fé no sacrifício da cruz.

A ceia do Senhor é um ato memorial daquela que será realizada nas bodas do cordeiro, referido em Apocalipse, só participarão aqueles que estão em comunhão com o cordeiro de Deus, ou seja, aqueles que forem salvos, pois só irão aos céus aqueles que realmente forem salvos.

“Examine-se o homem a si mesmo” O que isso significa? 1º Co 11:28

Examinar a si mesmo implica não ser examinado por outrem, por terceiros, além da própria pessoa.

Em certa ocasião, ouvir de um celebrante da ceia a seguinte afirmação!... “Se eu souber que alguém na igreja está em pecado, eu não lhe darei a ceia, pois corro o risco de assumir sua culpa...”

A atitude desse celebrante (pastor) é uma atitude até em certo ponto louvável, todavia, a bíblia não dá á ninguém, inclusive a liderança de uma determinada igreja impedir quem quer que seja de participar da ceia, pois a ceia, conforme depreende-se do verso 22 e 23, foi dado á igreja e não para um individuo ou uma instituição eclesiástica em particular.

Na Bíblia, não existe um só versículo que me dá o direito de proibir alguém de tomar a ceia, a única responsabilidade do celebrante é pregar contra o pecado e informar quem está em pecado do perigo que ele ou ela corre de tomar parte na SANTA CEIA, mas, nunca lhe proibir. Veja o exemplo no livro de Ezequiel 3:17-21. “Filho do homem, eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; quando ouvires uma palavra da minha boca, avisá-los-ás da minha parte. Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, a fim de salvares a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniqüidade; mas o seu sangue, da tua mão o requererei: Contudo se tu avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu mau caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma. Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e praticar a iniqüidade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá; porque não o avisaste, no seu pecado morrerá e não serão lembradas as suas ações de justiça que tiver praticado; mas o seu sangue, da tua mão o requererei.

“Mas se tu avisares o justo, para que o justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá, porque recebeu o aviso; e tu livraste a tua alma”.
Ezequiel é um livro clássico no que tange a responsabilidade de um atalaia do Senhor. Nos locais onde é citado a passagem da ceia (veja Mateus 26:26; Marcos 14:22; Lucas 22:19; e 1º Coríntios 11:23-24), todas as fontes bíblicas dizem a mesma coisa sobre o que Jesus fez quando ele começou a ceia, e não proibiu nem mesmo a Judas Escariotes, que o traiu vergonhosamente. Nesse caso, fica a pessoa responsável por se examinar e constatar que estar ou não "indignamente" de participar da ceia, por causa de seu ESTADO e CONDIÇÃO, apesar é claro, do pecado poder lhe cegar o entendimento, mas, isso não nos dar o direito de fazer o julgamente por tal pessoa.

Sei que há muitas indagações a esse respeito, pois nenhum de nós quer ser “réu” do corpo e do sangue do Senhor". Afinal, “réu” é a pessoa que pode ser julgada e condenada por algo e, nesse caso, a pessoa que come e bebe, indignamente, pode ser julgada e condenada por ofensa CONTRA O CORPO E O SANGUE DO SENHOR. Está observando a “realidade” de “comer e beber indignamente”? É isso que devemos fazer, ensinar áqueles que estão presentes da importancia de eles estarem “aptos” a tomar o pão e vinho. Esse é o nosso dever, mas, não impedi-los de cear, mesmo essas pessoas estando em graves pecados, pois o problema agora passa a ser deles, e não de nós lideres.
Havia um homem, membro da igreja, que estava vivendo com sua madrasta. Seu pai provavelmente ainda estava vivo, mesmo assim estava tendo “um caso” com a mulher de seu pai.

O mais grave é que isto era do conhecimento não só da igreja, mas também da própria sociedade de Corinto. Era algo notório e se comentava; circulava rumores verdadeiros com respeito a este incidente.

"examine-se, pois o homem a si mesmo" - depois e somente depois desta autocrítica, coma, se houver qualquer acusação de sua consciência, por favor, não participe, a menos que haja aí um arrependimento genuíno, lembrando, pois que arrependimento também significa: reconhecer o erro e um desejo de não mais repeti-lo.

È obvio que Paulo recomendou que devesse expulsar o malfeitor que “tamanho ultraje praticou”, mas esse foi em uma outra ocasião, num ambiente fora do circulo da ceia.

Nota. “o comer indignamente (penso eu) é correspondente ao que aconteceu com Judas Iscariortes, trair Jesus, vendendo-o por trinta (30) moedas de prata, aquele que comer indignamente, faz o mesmo, trai a Jesus por tão pouco e acabando por perder a sua salvação...”

Na ceia do Senhor deve se fazer distinção entre o símbolo e a verdade simbolizada, o símbolo é a santa ceia e a verdade por ela simbolizada é a morte de Cristo pelos nossos pecados. Deve – se ter em mente que: toda irreverência, em torno dessa cerimônia, é uma ofensa contra a IGREJA que a celebra, “ou menosprezais a IGREJA de Deus” 1º Co 11:22. O apóstolo Paulo recebeu do Senhor esta revelação sobre o memorial da morte de Cristo e Ele (Cristo) não a entregou a algum indivíduo, ou a uma classe de pessoas privilegiadas, mas entregou á IGREJA de Cristo Jesus, a ceia do Senhor é ainda uma pregação apocalíptica e escatológica... “até que Ele (Jesus) venha, a ceia anuncia que Cristo vem nos buscar, ou seja, buscar a sua Igreja sem mácula ou manchas.
“Quem são os doentes, fracos e os que dormem? 1º Co 11:30

Compreendendo-se o tempo do verbo no referido texto, Observemos o que ele disse: “Eis a razão por que há (tempo presente) entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem, o termo grego para “dormem” (dormência espiritual) neste texto é koimontai, “cair no sono, morrer”. E o apóstolo Paulo ainda afirma que o número de pessoas nesta situação era alarmante, “... e não poucos...” no grego bikanós, Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados como o mundo" - 1 Coríntios 11:30-32.

"Quem come e bebe SEM DISCERNIR O CORPO, come e bebe JUÍZO PARA SI... Porque se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para nào sermos CONDENADOS COM O MUNDO" - Coríntios 11:29,31-32. Ser “condenado com o mundo” significa morrer em consequência das mesmas enfermidades que matam as pessoas do mundo; aqueles que não têm fé em Jesus. Mas por que isso acontece? Paulo afirma, na citação acima, que a razão disso era que esses irmãos comiam e bebiam 'sem discernir o corpo', ou seja, compartilhavam da Ceia do Senhor como se aquilo fosse um ato meramente religioso, cerimonial. É mais do que evidente que o Senhor Jesus não deixou a Ceia, na igreja, como um símbolo religioso. Tudo o que o cristão faz tem de ter uma condição real e prática.
Assim, precisamos considerar o verdadeiro significado de: 'discernir o corpo'. Para entendermos isso, temos de verificar por que razão Paulo deu essas instruções aos irmãos em Corinto, Observe:

"Não vos louvo, porquanto vos ajuntais, não para melhor, e, sim, PARA PIOR, Porque, antes de tudo, estou informado haver DIVISÕES ENTRE VÓS quando vos reunis na igreja; e eu, em parte, o creio. Porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, para que também os APROVADOS se tornem conhecidos em vosso meio. Quando, pois, vos reunis (dessa maneira) no
mesmo lugar, NÃO É A CEIA DO SENHOR QUE COMEIS... Nisto, certamente, não vos louvo"- 1 Coríntios 11:17-20,22,
Observemos o que ele diz; “vos ajuntais...”, “PARA PIOR”, “divisões entre vós” e “não é a ceia do Senhor que comeis”.

Também nas igrejas de hoje, há um procedimento meramente religioso, cerimonial, que é chamado de ceia, mas que NÃO É A CEIA DO SENHOR, e que deve ser evitado, pois, agindo dessa forma, as pessoas estão “se ajuntando PARA PIOR”. E o que pode ser esse “pior” ? É o “não discernir o corpo”, ou seja; dar uma “aparência de estar JUNTOS”, quando, na realidade, há “DIVISÕES ENTRE NÓS”. Quando vamos nos conscientizar de que Jesus tem SOMENTE UM CORPO na Terra?

O verdadeiro significado de “igreja” e “corpo” tem sido deturpado através dos tempos. Precisamos discernir o que é nos reunirmos verdadeiramente para a “ceia do Senhor” e o que é apenas 'juntar-se para aquilo que é “pior”; pois, além das observações acima, Paulo afirmou que:
“Por isso aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, SERÁ RÉU DO CORPO E DO SANGUE DO SENHOR” -1 Coríntios 11:27.
Quem deve participar da Ceia do Senhor?

Aqueles que creram em Cristo como seu Salvador e, portanto, fazem parte de Seu corpo. Entende-se que somente os batizados em águas podem ceiar, pois o batismo é visto como um símbolo do início da vida cristã, enquanto a Ceia é um símbolo da permanência do crente, mas, de fato, ao aceitar a Jesus o novo-convertido já faz parte do corpo, a igreja.
Quando a ceia do Senhor foi separada da Festa Ágape?

“Ao longo do período do NT a Ceia do Senhor era uma refeição real compartilhada nas casas de cristãos” (John rane); “Nos primeiros dias a Ceia do Senhor aconteceu no curso de uma refeição comunal. Todos traziam a comida que podiam e depois a compartilhavam conjuntamente” (Donald Guthrie); “Em Corinto a sagrada comunhão não era simplesmente uma refeição simbólica como fazemos, mas uma refeição real. Além disso, parece claro que era uma refeição em que cada participante trazia comida” (Leon Morris).
Algumas outras idéias sobre a ceia do Senhor.

1 – É a reunião cristã que tem por maior finalidade refletir, promover e praticar a “Koinonia = comunhão” (Atos 4.32; 1º Co 1.9).

A palavra grega koinonia (comunhão) significa compartilhar ou participar mutuamente de algum evento comum ou acordo. No AT a idéia de comunhão diz respeito ao relacionamento do homem com o seu próximo (Sl 133.1) e não do homem com Deus. Mesmo o fato de Abraão ser chamado “amigo de Deus” (Tg 2.23) e Moisés ter falado com Deus face a face (Dt 34.10), não significa que hajam eles provado a mesma comunhão com Deus, como os crentes da nova aliança (Jo 15.14).

A comunhão no NT envolve tanto o relacionamento entre os irmãos como também com o Pai, com o Filho (1 Jo 1.3) e com o Espírito Santo (2 Co 13.13). A comunhão começa com a Trindade, e amplia-se para os filhos de Deus (Jo 17.3,6,10,11, 14). O termo grego koinonía envolve também as idéias de companheirismo e contribuição, pois essa é uma maneira de compartilharmos com outras pessoas de nossas posses materiais.

No grego, a idéia é expressa por um verbo e um substantivo, a saber:

1. Omiléo, (comungar com). Esse verbo aparece 3 vezes: (Lc 24.14,15; Atos 20.11 e 24.26).

2. Koinonía, (comunhão). Esse substantivo ocorre por 18 vezes: At 2.42; Rm 15.26; 1 Co 1.9; 10.16; 2 Co 6.14; 8.4; .13; 13.13; Gl 2.9; Fl 1.5; 2.1; 3.10; Fm 6; Hb 13.16; 1 Jo 1.3,6,7.

Somos participantes da mesma natureza: os redimidos e santificados. Partilhamos da mesma vida (a vida eterna que Cristo nos dá) e da mesma verdade (o testemunho do evangelho de Cristo).

As metáforas utilizadas para representar a igreja falam de comunhão:

· Somos uma família. Somos irmãos, da família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Deus é representado como um Pai de família e nós, seus filhos e servos (Mt 12.49-50; 13.27; 20.1; 2 Co 6.18; 1 Jo 3.14-18). Devemos tratar uns aos outros como uma família (1 Tm 5.1,2).

· Somos um corpo, o Corpo de Cristo (Rm 12.4,5; 1 Co 12.12-27; Ef 4.15-16). Um membro do corpo de preocupar-se com o outro: orar, apreciar, preferir (Fp 2.1-4). Um corpo tem interação, os órgãos se comunicam entre si. Cada parte é útil para o corpo como um todo e há interdependência delas (Ef 4.16; Cl 2.19). A Igreja é um corpo, cuja cabeça é Jesus Cristo. Ora, um corpo não pode subsistir sem que haja união entre seus membros, bem como entre os membros e a cabeça. Antes de existir comunhão precisa existir união. Uma é pré-requisito para a outra. Aceitar a Cristo é também aceitar fazer parte de seu corpo.

· Somos uma casa, edificada sobre a “pedra angular” que é Cristo (Hb 3.6; 1 Pe 2.4-8) e um edifício (1 Co 3.9).

· Somos uma videira - Cristo é a vinha, e nós somos os ramos, pelo que devemos pensar em uma comunhão orgânica (Jo 15.5), uma oliveira (Rm 11.17-24), uma lavoura (1 Co 3.6-9), e uma colheita (Mt 13.1-30; Jo 4.35).

Tipos de comunhão:

1. Celebração: Os crentes se reúnem para a adoração a Deus, desfrutando da presença de Cristo (Mt 18.20).

2. Refeição: os momentos de refeição em comum provêm, tanto em casa como em sociedade, momentos de intensa comunhão (1 Sm 16.11; 2 Sm 9.13; Lc 13.29).

3. Contribuição. O vocábulo grego koinonía pode significar contribuição (Rm 15.26 - refere-se à contribuição das igrejas para os crentes pobres de Jerusalém). Um bom membro da comunidade cristã compartilhava de sua abundância material com aqueles que possuíam menos; e isso era um tipo de comunhão. A comunhão indica “partilhar” de alguma coisa (2 Co 8.23; Rm 11.7; Fl 1.7; 1 Pe 5.1). Também indica participar com algo (2 Co 9.13; Fl 1.5; Rm 15.26; At 2.44; 4.32; Gl 2.9; 1 Jo 1.3).

4. A Ceia do Senhor. Para muitos cristãos, os termos “comunhão" e “Ceia do Senhor” são sinônimos.

A Ceia é comunhão (1 Co 10.16). Comunhão com o Pai e com o Filho (1 Jo 1.3)

Elementos que envolvem a comunhão:

1. Amor : A marca dos discípulos de Cristo é o amor uns pelos outros (Jo 13.35; 1 Jo 1.7). Amor fraterno deve existir entre os crentes (Hb 13.1; 1 Pe 3.8). A palavra no grego usada para amor fraternal é filadélfia. A igreja do amor fraternal, foi dito: “Guarda o que tens” (Ap 3.11).

2. União: Jesus declara que a unidade da igreja é um testemunho para os descrentes (Jo 17.20-23). Paulo conclama a igreja à união e não a divisão (1 Co 1.10-13). Quem ama a Deus e não ama a seu irmão, é mentiroso (1 Jo 4.20). Temos uma só fé, um só Espírito, um batismo, um Senhor (Ef 4.5,6; Fp 1.27). O caminho para a união é a humildade (Fp 2.2-5). É bom viverem (hebraico yachab: permanececer, habitar) unidos os irmãos (Sl 133.1).

3. Paz: Deus deseja que o corpo de Cristo se esforce para que tenha paz (Rm 12.18; 14.19; 2 Co 13.11; Cl 3.15; Ef 4.3; 1 Ts 5.12,13; 2 Tm 2.22; Hb 12.14; 1 Pe 3.11). Pelo Espírito Santo temos paz com Deus e com os irmãos (Rm 8.6; Gl 5.22).

O Senhor é Deus de paz (1 Co 14.33; Hb 13.20).

4. Atitude: Devemos estender a mão da comunhão (Gl 2.9). O trabalho social é também uma forma de evangelizar. Aliás, é essa a linguagem que o mundo entende (1 Jo 3.17).

5. Intercessão: a oração dos santos por outros é de suma importância para a perfeita comunhão (2 Co 1.11; Ef 6.18; Rm 15.30). O Espírito Santo muitas vezes desperta alguém no corpo de Cristo para interceder por outro (Ef 3.14).

6. Cuidado mútuo (Cl 3.16). A Bíblia manda fazer uns aos outros: servir humildemente (Jo 13.14; Gl 5.13), amar (Jo 13.34), preferir (Rm 12.10), receber (Rm 15.7), cumprimentar afetuosamente (Rm 16.16), suportar (Ef 4.2), perdoar (Ef 4.32), ensinar (Cl 3.16), consolar (1 Ts 4.18), edificar (1 Ts 5.11).

7. Uso dos Dons espirituais: São concedidos por Deus para promover a edificação (1 Co 14.26; Ef 4.12) e a unidade da igreja (Ef 4.13, 1 Co 12.25). Deus repartiu com os membros dons diferentes (1 Co 12.29,30), para que haja diversidade na realização da Sua obra (1 Co 12.4-6), atendendo a cada necessidade do Corpo de Cristo (Rm 12.4-8; 1 Co 12.17-20). Esta diversidade dos dons também promove a interdependência entre os membros, para que ninguém se julgue superior ou auto-suficiente (1 Co 12.21,22).

Fomos chamados à comunhão (1 Co 1.9). Devemos “levar a carga uns dos outros” (Gl 6.2). A comunhão não é uma opção, mas a única possibilidade que nos foi ordenada (Ef 4.1-3).

Exemplos bíblicos de comunhão: Jônatas (1 Sm 23.16); Davi (Sl 119.63); Daniel (Dn 2.17,18); os apóstolos (At 1.14); a Igreja primitiva (At 2.42); Paulo (At 20.36-38).

Comunhão entre as igrejas

A unidade da igreja não implica num único governo eclesiástico mundial, mas no senhorio de Cristo sobre toda igreja local. Devemos trabalhar para manter a unidade do Corpo, pois a Bíblia nunca recomenda a separação entre salvos, mas somente entre salvos e incrédulos (2 Co 6.14).

Separação do mundo

Não devemos manter comunhão com os ímpios (2 Co 6.14-17). Eles estão fora da comunidade dos salvos. A comunhão de duas naturezas espirituais opostas (luz/trevas, santo/impuro, Cristo/demônios) é impossível.

Lembre-se:

Comunhão é “um compartilhamento íntimo e amoroso de certas bênçãos espirituais por pessoas que estão na mesma condição diante da benção que compartilham” (A.W. Tozer).


Lembre-se: “Toda teologia deve ser escrita a lápis”


Bibliografia

WALKER, W. História da Igreja Cristã. Vol. I e II, Ed. JUERP
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.
HORTON, Stanley M; MENZIES, William W. Doutrinas Bíblicas. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
REIS, Roberto dos. A Santa Ceia, Um estudo bíblico e histórico da celebração do corpo de Cristo- CPAD
CHAMPLIN, R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 6ª edição. São Paulo: Hagnos, 2002.
TOZER, A.W. Verdadeiras Profecias: para a alma em busca de Deus. São Paulo: Editora dos Clássicos, 2003.


Por Pb. Carlos Antônio Santos de Novais
Bacharel em Teologia pelo Instituto Teológico no Centro Evangelístico Urbano - ITCEU
Bacharelando Teologia pela Faculdade El Shadai de Teologia Evangélica - FETEV

sábado, 11 de outubro de 2008

O Poder do Evangelho


O Poder do Evangelho

"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura"(Mc 16.15).
O "...evangelho... é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê..." (Rm 1.16).

A santidade e a justiça de Deus exigem que os pecadores sejam eternamente separados dEle.
Ser cortado completa e eternamente daquele Amor pelo qual se foi criado equivalerá a arder com uma sede que se tornará cada vez mais insuportável. Mesmo assim, Deus, graciosa e gratuitamente oferece salvação dessa que é a mais terrível condenação. "O evangelho da graça de Deus" declara que Deus se tornou homem através de um nascimento virginal; que esse homem-Deus imaculado morreu pelos nossos pecados, satisfazendo Sua própria justiça através do sofrimento do castigo eterno que nós merecemos; que Ele ressuscitou ao terceiro dia; e que todos aqueles que crêem nEle são perdoados e recebem a vida eterna como um dom gratuito.
A salvação é tão simples – e maravilhosa –; ela deve ser pregada com essa simplicidade.

O Evangelho puro que convence os ouvintes

Não são as credenciais acadêmicas, a oratória brilhante ou a persuasão do pregador, porém o Evangelho puro que convence os ouvintes. Não devemos atentar para sabedoria humana e zelo, a fim de embelezar, melhorar, ou de qualquer forma fazer o Evangelho mais atrativo para os perdidos. O Evangelho, apresentado em sua imutável pureza, é a mensagem que o Espírito Santo honra convencendo e dando convicção àqueles que O ouvem (Jo 16.8-11).
Essa verdade deve voltar a concentrar a atenção dos evangélicos!

Ao contrário da crença popular, perícia na pregação (a "homilética" ensinada no seminário) não tem capacidade de ajudar, antes atrapalha a comunicação do Evangelho. O domínio da oratória ou das técnicas de vendas mais recentes pode ser útil numa profissão secular, mas não "na loucura da pregação". A não ser que tais metodologias e capacidades sejam colocadas de lado para proclamar a verdade de Deus, elas obscurecem o Evangelho.
Mesmo que o acima exposto possa parecer uma perspectiva extremista e anti-intelectual, tal foi o ensinamento e a prática do apóstolo Paulo. Rabino bem instruído, Paulo era, sem dúvida, um eloqüente orador que podia influenciar qualquer platéia. Todavia, na pregação do Evangelho, ele deliberadamente deixava de lado a "ostentação de linguagem" (1 Co 2.1) e cuidadosamente evitava as "palavras ensinadas pela sabedoria humana" (v. 13). Sabendo que suas próprias idéias, embelezamentos e habilidades persuasivas eram empecilhos ao invés de auxílios, o grande apóstolo ficou diante de sua audiência "em fraqueza, temor e grande tremor" (v. 3). Devemos proceder da mesma forma.
Sabendo que suas próprias idéias, embelezamentos e habilidades persuasivas eram empecilhos ao invés de auxílios, o grande apóstolo ficou diante de sua audiência "em fraqueza, temor e grande tremor" (v. 3). Devemos proceder da mesma forma.
Paulo declarou que a sabedoria de palavra anula a cruz de Cristo (comp. 1 Co 1.17). Portanto, ele determinou que sua pregação não consistiria em "linguagem persuasiva de sabedoria [humana], mas em demonstração do Espírito e de poder" para que a fé de seus convertidos "não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus" (1 Co 2.4-5). Todavia, muitos cristãos bem-intencionados fazem exatamente o que Paulo evitava, convencidos de que o Evangelho e o Espírito Santo necessitam da ajuda do conhecimento, da persuasão psicológica e de uma embalagem promocional moderna. Conseqüentemente, a fé de muitos crentes hoje está firmada na sabedoria humana em vez de no poder de Deus – podendo assim, da mesma forma, ser minada por argumentos humanos.

Comprometimento e negação do Evangelho

O Evangelho está sendo comprometido e até mesmo negado por muitos cristãos confessos. Os termos "espiritual" ou "espiritualidade" legitimam muito engano. "Espiritualidade" agora é evidenciada pelo ecumenismo e realçada pelas técnicas da Nova Era. A revista evangélica americana Christianity Today (Cristianismo Hoje) de 11/8/93 referiu-se favoravelmente a respeito de um movimento rumo à maturidade espiritual aparentemente muito espalhado. Infelizmente, na sua promoção de "espiritualidade moderna", a Christianity Today apela para Richard Foster e suas técnicas de "oração contemplativa", que envolvem a passividade e a visualização ensinadas por ocultistas como Inácio de Loyola (fundador dos jesuítas) e Agnes Sanford (veja os livros "A Sedução do Cristianismo" e "Escapando da Sedução"). Muitos artigos [da revista] sustentam que o catolicismo romano faz parte de um "cristianismo sadio". Introduzindo um artigo principal, o editor executivo da Christianity Today exalta o místico católico romano Thomas Merton por ter aberto um caminho para um relacionamento mais profundo com Deus, embora Merton, um seguidor da Nova Era, rejeitasse o Evangelho, sem cuja aceitação não se pode conhecer a Deus.

A motivação da pregação do Evangelho: o amor

Não são metodologias ou técnicas, mas verdade e amor que iniciam e amadurecem a vida espiritual no crente. Tampouco o genuíno amor por Deus e pelos outros pode brotar de qualquer outra coisa a não ser da aceitação e do reconhecimento do Evangelho (1 Jo 4.19). Aquela "velha história" revela o amor de Deus. Aqueles que a pregam em verdade devem ser motivados e fortalecidos por esse mesmo amor.
Bem, talvez você diga: "Eu não sou pastor ou pregador, e, assim sendo, recomendações tratando da pregação do Evangelho não se aplicam ao meu caso." "A loucura da pregação" inclui compartilhar de Cristo por sobre a cerca com um vizinho, ou com um amigo pelo telefone. O mandamento de Cristo para "pregar o evangelho" e "fazer discípulos" – a chamada "Grande Comissão" de Marcos 16.15 e Mateus 28.18-20 – se aplica igualmente a qualquer cristão do passado, do presente ou do futuro. Esse fato está claro nas palavras de Cristo, "ensinando-os (aos convertidos) a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado" (Mt 28.20). Os primeiros discípulos de Cristo deveriam ensinar seus convertidos a obedecer cada mandamento que Ele tinha dado a eles – incluindo pregar o Evangelho e ensinar seus convertidos a obedecer todos os mandamentos de Cristo igualmente. E assim até chegar aos nossos dias. Nós também devemos obedecer a tudo quanto Ele ordenou aos primeiros doze.
Cada convertido a Cristo é ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo
Essas afirmações de Cristo corrigem uma quantidade de enganos populares, tais como a idéia de que Seus ensinamentos nos quatro Evangelhos são apenas para Israel, ou apenas para serem obedecidos no Milênio, e, assim sendo, não seriam para a Igreja hoje. Também fica eliminada a idéia de que "o evangelho do reino" que Cristo e Seus discípulos pregaram antes da cruz é, de alguma maneira, diferente daquele que é pregado para nós hoje. E uma das principais fontes do engano católico romano – que o papa é o sucessor de Pedro e que somente os integrantes da hierarquia de padres, bispos, cardeais, etc. são os sucessores dos outros apóstolos – também é desmentida. Cada convertido a Cristo é igualmente ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo para obedecer tudo o que Cristo ordenou aos doze primeiros e conseqüentemente a agir usando toda a capacidade pela qual Ele os treinou e os comissionou.

Novos métodos e inovações

O Evangelho é a única solução para o problema do efeito destrutivo do pecado na vida diária. Ainda assim, muitos evangélicos perderam sua fé no poder do Evangelho e imaginam que algo mais é necessário; sejam programas atrativos, aconselhamento psicológico ou novas revelações de profetas modernos. Paulo se referiu à "loucura da pregação" porque o Evangelho simples que ele pregava era desprezado. O mesmo acontece em nossos dias.
Em contraste com a simplicidade e pureza do Evangelho apresentado nas Escrituras, novos métodos e inovações estão sendo empregados hoje. O Evangelho não é mais considerado como suficiente por si próprio. Atualmente é ensinado que crer no Evangelho poderá deixar hostes de demônios escondidos interiormente, remanescentes de pecados passados ou até mesmo de gerações anteriores. A Bíblia chama aquele que crê no Evangelho de "nova criatura" em Cristo; para quem "as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17; Gl 6.15). Negando essa clara verdade, "ministérios de libertação" têm surgido em grande número para expulsar os demônios dos cristãos.

"Batalha espiritual"

O Evangelho simples foi tudo o que os apóstolos precisaram e usaram. Ainda assim, muito tem sido acrescentado hoje em dia. Considere, por exemplo, a nova crença de que muitos cristãos (especialmente missionários regressantes) que passam por uma crise de "estresse" ou "esgotamento" desenvolvem múltiplas personalidades – outra heresia da psicologia. De acordo com o que se alega, a "libertação" se dá quando cada uma dessas personalidades é levada a crer em Cristo para a salvação! Estreitamente relacionado a isso está o "mapeamento espiritual", outra nova "febre" que Christianity Today chama de "uma técnica complicada e controvertida desenvolvida pelo missiólogo C. Peter Wagner, que alega poder identificar as fortalezas satânicas numa cidade..."
Há algum tempo lemos sobre a "Conferência Norte-Americana de Mapeamento Espiritual" que oferecia "uma metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas nas localidades norte-americanas":
A conferência foi promovida pelo "Sentinel Group" ("Grupo Sentinela") de Lynnwood (Estado de Washington, EUA), e atraiu 130 pastores, líderes leigos, e missionários convidados de 30 estados e províncias... A "crescente influência das novas e poderosas forças espirituais no continente" necessitam de tal pesquisa, disse o presidente do "Grupo Sentinela", George Otis, Jr... Um Guia de Mapeamento Espiritual distribuído na conferência esboçava maneiras pelas quais os participantes poderiam pesquisar, através de muita oração, os grilhões sociais, a escravidão, e as barreiras espirituais de suas respectivas comunidades. (NIRR)
Algumas questões se levantam imediatamente. Novas forças espirituais? Existe uma nova espécie de demônios mais inteligentes ou poderosos do que aqueles enfrentados pela igreja primitiva? Se o Evangelho necessita de tal ajuda, por que a Bíblia não menciona nada disso? Por que esses métodos não foram praticados nem ensinados por Cristo e pelos apóstolos? Como Paulo poderia ter "transtornado o mundo" (At 17.6) através da evangelização do Império Romano pagão, sem empregar essas técnicas? Paulo teria alcançado maior sucesso se tivesse usado "mapeamento espiritual" e empregado a nova "metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas"?

Os casos de Corinto e Éfeso

Corinto, a cidade grega mais esplendorosa e próspera, o centro do comércio entre o Oriente e o Ocidente, claramente era tão escravizada por Satanás quanto qualquer cidade hoje em dia. O culto de Afrodite, a deusa do amor e da beleza, cujo exemplo mítico encorajou promiscuidade sexual e perversão, há muito havia florescido ali. Quando Paulo desembarcou em Corinto (por volta de 50 d.C.), o grandioso templo de colunas de Apolo tinha dominado o centro comercial da cidade (onde a maior parte da carne vendida para consumo era primeiramente oferecida aos ídolos) por 600 anos. Ainda assim, não encontramos nenhum indício de que Paulo tenha se empenhado no "mapeamento espiritual" das forças demoníacas em Corinto. Ele confiava que o Evangelho, única e exclusivamente, poderia resgatar os pagãos das garras de Satanás: "Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado" (1 Co 2.2).
Ou considere a cidade de Éfeso, cuja riqueza se devia, em grande parte, à venda de imagens da deusa Diana. O templo dela era o centro da vida em Éfeso e, como em todas as situações de idolatria, envolvia prostituição, orgias sexuais e toda sorte de depravações. Se alguma vez um povo foi aprisionado por Satanás e seus subordinados, estes foram os efésios. Mesmo sem "mapeamento espiritual" ou outras técnicas de "libertação" promovidas atualmente, multidões vieram a Cristo e a igreja formada ali esteve entre as mais fortes e verdadeiras. Sim, Paulo os fez lembrar que a batalha da qual participavam não era contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra as forças espirituais do mal espalhadas nas regiões celestiais (Efésios 6.10-12). Contudo, ele não deu qualquer indício de que essas forças demoníacas devessem ser mapeadas ou rastreadas, ou que as técnicas psicológicas para tratamento com personalidades múltiplas devessem ser empregadas. Os crentes deveriam permanecer firmes na fé, vestidos com a armadura de Deus, sua única arma, "a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (v. 17).

A experiência espiritual mais elevada

A "velha história de Jesus e seu amor", como diz o clássico hino, "é sempre nova" e mais amada por "aqueles que a conhecem melhor." Nós nunca iremos avançar, nem mesmo na eternidade, a uma experiência espiritual ou um entendimento mais elevado do que aqueles produzidos pela fé no Evangelho simples que nos salva. O fato de que Deus nos amou tanto, a ponto de se tornar homem, e, mesmo odiado, rejeitado, desprezado e crucificado, ter morrido em nosso lugar para reconciliar os pecadores consigo mesmo sempre será, para as almas resgatadas, a fonte de amor, alegria e adoração no céu. Por toda a eternidade nunca teremos uma canção mais nova ou melhor do que a "velha história" que sempre é nova.
"Digno és... porque foste morto e com o teu sangue [nos] compraste para Deus", é o mais elevado louvor possível para os redimidos na presença de Deus (Ap 5.9). Nisso consiste o segredo da alegria daqueles que habitam o céu. Por que, então, alguns cristãos andam deprimidos, inseguros, egoístas, terrenos no modo de pensar e faltos de amor, alegria, paz e vitória em Cristo? A "velha história de Jesus e Seu amor" se tornou, de fato, velha para eles, negligenciada e esquecida. Eles não necessitam de aconselhamento psicológico, mas de um retorno ao seu "primeiro amor" (Ap 2.4). Nós precisamos meditar incessantemente sobre essa verdade supremamente maravilhosa, o simples Evangelho, que sozinho inflama o amor genuíno e a gratidão sincera que devemos, continuamente, expressar a nosso Senhor.
É louvável se alguém, preocupado em conhecer melhor a Deus, estuda grego. Contudo, se a habilidade nessa língua fosse essencial para conhecer a Palavra de Deus e viver uma vida cristã mais frutífera, então seria de se esperar que os gregos fossem o povo mais parecido com Cristo e o mais frutífero dentre todos, e Deus exigiria de nós todos a capacidade de falar grego. Obviamente os gregos nos dias de Cristo e de Paulo conheciam sua língua nativa muito melhor do que os estudantes modernos desse idioma, mas, mesmo assim, eles enfrentaram tanta dificuldade para viverem uma vida cristã quanto qualquer outro. O relacionamento de amor que Deus deseja carece apenas de um coração sincero e confiante no qual possa crescer.
"Oh!, o mais maravilhoso de tudo...", disse um compositor, "é que Deus me ama!" Isso é tão simples que até mesmo uma criança pode crê-lo, mas tão profundo que levaremos toda a eternidade para começar a sondar as profundezas desse amor! O amor de Deus é revelado no fato de ter Cristo morrido em nosso lugar! Certamente aqueles que experimentaram esse amor devem ser impelidos, pelo mesmo amor, a falarem a outros sobre a salvação disponível através da graça de Deus. Somente esse reconhecimento do amor e da graça de Deus, impelido pelo Evangelho, é que transforma pecadores em santos alegres e vitoriosos – e continua a manter esses santos na alegria e na vitória agora e para sempre.
(Dave Hunt - TBC 12/93 – traduzido por Leandro Nunes Caetano)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Leituras Cristãs - Livretos Gratuitos

Leituras Cristãs - Livretos Gratuitos
Depósito de Literatura Cristã

Leituras Cristãs são fascículos biblicamente fundados destinados à edificação dos crentes.Trata-se de uma compilação de artigos de autores antigos e contemporâneos de temas variados como a Igreja segundo as Escrituras, profecias, estudos sobre porções bíblicas, aspectos práticos da vida cristã, família e também palavras de alerta que sejam oportunas aos cristãos. Os fascículos são enviados regularmente a todos que os solicitarem. Clique aqui e faça a sua assinatura inteiramente gratuita! * (VEJA MAIS DETALHES). Recomendamos, inclusive, que se divulgue a revista Leituras Cristãs a pessoas genuinamente interessadas. Nesta ocasião, convidamos a todos que orem por este ministério! (1 Ts. 5:25).
Pb. Carlos Antonio Santos de Novais

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Formulário de Pedidos

Prezados irmãos em Cristo Jesus, para receber este valiosíssimo material, basta seguir corretamente as orientações esboçados neste Site.

O Livro “O CAJADO DO PASTOR” – Contém 1000 Páginas de Estudos Bíblicos para OBREIROS que Pregam e Ensinam para 20 ou Mais Pessoas Semanalmente.
PODEROSO EQUIPAMENTO DA WORLD MAP PARA MINISTROS DA PALAVRA
O CAJADO DO PASTOR – Conhecido como “UMA ESCOLA BÍBLICA EM LIVRO” é uma obra de 1000 (um Mil) páginas, projetada para treinar e equipar líderes de igrejas em todo mundo.
Contêm escritos, com base bíblica, de muitos autores cheios do Espírito. Este livro foi compilado para satisfazer as necessidades bíblicas especiais de líderes de igreja com base que trabalham na Ásia, África e América Latina.
Neste Livro, O CAJADO DO PASTOR, você encontrará:
1 – Manual de Treinamento para Novos Crentes – abrange todos os assuntos que você precisa ensinar a novos convertidos.
2 – Concordância Tópica - com milhares de referências bíblicas, que cobrem200 principais tópicos da Bíblia. – Esta seção de referência de O CAJADO DO PASTOR, ajudará você a ensinar a Bíblia aos outros.
3 – Guia para Treinamento de Líderes – contendo o melhor material de treinamento de liderança de igreja, reunido por World MAP durante os últimos 30 anos.
Tudo isso e muito mais está contido em um único volume chamado O CAJADO DO PASTOR!!!
O Formato do Livro ‘O CAJADO DO PASTOR” é semelhante ao de uma bíblia comum, medindo 19,0 x13, 5 centímetros.
Capa em vinil e com letras douradas.
Para receber seu exemplar gratuitamente você deve preencher o Formulário de Assinatura da Revista Atos.
A única condição é preencher corretamente todos os dados pessoais e receber ministrar a palavra semanalmente, para 20 pessoas ou mais.
Fomos autorizados a distribuir o formulário para assinatura da REVISTA ATOS
(também grátis) e então você terá informações de quando será enviado O CAJADO DO PASTOR para o seu endereço.
Conheça a WORLD MAP
Selecionar a ficha, copiar e Colar no Word para preencher e Enviar para o E-Mail revista.atos@uol.com.br
FORMULÁRIO WORLD MAP

1. Você já é assinante da Revista Atos e quer continuar recebendo-a? SIM ou NÃO
2. Se a resposta é SIM, qual é o número de cadastro em sua etiqueta?
3. Você quer fazer alguma correção no nome ou alteração noendereço? SIM OU NÃO
4. Se você ainda não recebe a Revista ATOS, pode nos informar se você é um líder de igreja em um país em desenvolvimento e ensina a pelo menos 20 pessoas a cada semana ou ora com elas; e, nesse caso, você quer receber uma assinatura grátis da Revista ATOS SIM OU NÃO
5. Você já recebeu uma cópia grátis do livro O Cajado do Pastor? SIM OU NÃO
6. Cargo que ocupa na igreja:
7. Primeiro(s) Nome(s):
8. Sobrenome(s):
9. Endereço (Rua, Número, Complemento:
10. Bairro:
11. Cidade:
12. Estado:
13. País:
14. Código Postal:
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